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sábado, 27 de fevereiro de 2016

Isso é vegano?

Entre os meus amigos, brincamos direto com esta pergunta. Vira e mexe estamos falando de algo, que pode não ter nada a ver com o caso, e daí perguntamos, mas isso é vegano? A brincadeira surge do fato de que estamos sempre tendo que nos fazer esta pergunta de verdade. Quantas vezes saí do supermercado sem algum produto por que não tinha certeza se os produtos a venda eram veganos ou não.

Mas, então, o que é vegano, afinal?

Para definir com as minhas palavras
Um produto vegano é: um produto que não usa em sua composição nenhum produto de origem animal (como a carne, músculos, cartilagem, leite, ovos, mel, lã, couro, etc...), não usa de testes em animais, não maltrata o meio ambiente e que não cause sofrimento a nenhum ser vivo durante sua cadeia de produção.
Já uma pessoa vegana: é a pessoa que não consome os produtos citados acima, nem para alimentação, nem vestimenta, nem financia empresas associadas à exploração.


 A definição da The Vegan Society da Inglaterra é:
"O veganismo é uma forma de viver que busca excluir, na medida do possível e do praticável, todas as formas de exploração e de crueldade contra animais, seja para a alimentação, para o vestuário ou para qualquer outra finalidade. Dos veganos junk food aos veganos crudívoros – e todos mais entre eles – há uma versão do veganismo para todos os gostos. No entanto, uma coisa que todos nós temos em comum é uma dieta baseada em vegetais, livre de todos os alimentos de origem animal, como: carne, laticínios, ovos e mel, bem como produtos como o couro e qualquer produto testado em animais."

Por que fazer esta escolha?

Bom, esta é uma resposta individual. Cada um tem um motivo particular. Vemos pessoas que fazem esta escolha por questões de saúde e qualidade de vida. Outras, depois que se tornam conscientes dos impactos da criação de animais no meio ambiente e, na tentativa de ajudar a preservação ambiental, tomam esta decisão. Outras, ainda, quando percebem que os animais criados e sacrificados para consumo são animais que, assim como nós, sentem, amam, têm melhores amigos, sentem saudades, têm medo, choram, sofrem a morte de um ente querido, e lutam contra a morte. Algumas pessoas tomam esta decisão por conta de todos estes motivos juntos, afinal, mesmo que apenas um motivo destes lhe leve a tomar a decisão, conforme você vai entrando neste universo mais e mais você percebe que só há motivos a favor desta escolha e qualquer motivo contra, é um motivo egoísta.

E como saber quais produtos são veganos?

Bom, já existem Selos Veganos
O da Vegan Society é internacional. Há no Brasil o Selo Vegano da Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB). Poucos produtos usam os Selos, infelizmente. Você encontra, mas não poderá se fiar somente nisso, por enquanto.
Existem também os Selos de Cruelty-Free - Significa que não foi testado em animais, não necessariamente significa que não há derivados de animais no produto.
Ainda é necessário ler rótulos e estar a par sobre o que significam aqueles nomes utilizados para descrever ingredientes nos rótulos, pois nem todos são claros. Lembrando que alguns, como a cerveja, não dizem nada no rótulo, mas utilizam derivados, como gelatina ou ovos durante a fabricação da cerveja. Então, você acaba se tornando um expert no assunto e, na dúvida, sai do supermercado sem o produto.
Mas não ‘priemos cânico’ como diria nosso amigo Chapolin Colorado! Estão surgindo cada vez mais possibilidades de produtos e de locais para comprar seus produtos. Padarias veganas, mercados veganos, até açougues - para os que sentem saudade da sensação de ter um cadáver na mesa (!?!).
A nossa vida não é tão difícil quanto querem que você pense. Afinal, a maior parte do que há na sua mesa hoje já é vegano! Sim! Arroz, feijão, alface, tomate, cebola, lentilhas, amêndoas, pão (em sua maioria), geléias, enfim, legumes, verduras, a maior parte do que você come já é vegano. A menos que você seja fã de fast-food porque já estas passam longe do veganismo, em sua maioria. Até porque elas fazem mal pra você! Então, largue este lixo e vá comer uma cenoura, amigo! Se você tem até 29 anos vai achar que é bobagem e que sua saúde é de ferro e sempre será. Pois espere! Espere os 3 ponto 0 e você verá o quão de ferro você realmente é. Você vai aprender o que ressaca realmente significa. E gravidade. E dificuldade de emagrecer. E tudo aquilo que os outros falam e que, hoje, você acha que entende. ;)

Onde encontro listas para saber se é vegano ou não?

  • No site da PETA, você pode fazer uma busca por empresas, por tipo de produto, por país, empresas que testam ou que não testam em animais, por regulamentação de trabalho ou você pode fazer o download em formato PDF das listas: Clique aqui
  • Aqui no Veganismo há uma lista bem completa de produtos veganos: Clique aqui.
  • No Guia Vegano também tem uma relação bem completa, onde você pode procurar nos 100% veganos por categoria, como, higiene, vitamina, rações, etc... ou Empresas que testam, as que não testam e ver as respostas dos SACs das empresas, bem legal: Clique aqui.
  • No Cantinho Vegetariano há uma lista com produtos veganos, muitos dos quais você já possui na despensa: Clique aqui.

Há muitas outras listas no Google, reuni as que eu acho mais fáceis de navegar e de se achar.


Lembrando: Não há nada que um vegano NÃO POSSA consumir. A questão é que nós NÃO QUEREMOS consumir sofrimento.


Eu posso, eu só não quero.

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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Cães são mortos para reduzir número de animais nas ruas

Uma cena triste e difícil. Pobres animais, vítimas da sociedade humana que os usa para satisfazer seu próprio narcisismo e depois os descarta. No Paquistão, Rússia e outros lugares, a saída encontrada para o problema dos cachorros de rua e a transmissão de raiva foi o extermínio. O Islamismo considera o cachorro um animal impuro, então, por lá o impacto desta foto não deve ser o mesmo que aqui, ainda assim, uma cena deprimente. 

"Dezenas de cães são mortos para reduzir número de animais nas ruas

A cidade paquistanesa começou um assassinato em massa dos cães de rua depois que as autoridades ficaram alarmadas com o número crescente de animais. Trabalhadores municipais foram vistos estendendo os corpos dos animais na estrada. Eles foram, então, jogados em um caminhão de lixo.
O aumento do número de cães “indesejados” em Karachi levou as autoridades da cidade a agirem dessa forma e até mesmo lançarem uma campanha de morte. A campanha radical segue um esquema semelhante em Lahore, onde os cães são assassinados, a fim de manter os cidadãos a salvo de incidentes de mordidas e doenças.
O Paquistão é um dos vários países onde a raiva é uma doença mortal. A doença afeta o sistema nervoso central e pode provocar graves sintomas. Eles acrescentam que o assassinato por si só não vai eliminar a ameaça de raiva, pois não há nenhuma evidência sugerida que reduz a propagação da doença com a eliminação do animal. 
Os cachorros são considerados impuros no islamismo e existe até um projeto de lei que pretende punir quem for visto passeando com um cão em público.
No ano passado, as autoridades da Rússia foram criticadas após a cidade de Sochi contratar uma empresa privada para matar cães antes do Jogos Olímpicos de Inverno.
A empresa disse ter sido encarregada de usar veneno e armadilhas para matar os cães antes de turistas e competidores aparecerem para a cerimônia de abertura dos Jogos. O problema de cães abandonados na Rússia resulta de décadas, fruto de tutores sem condições de cuidar dos animais."

Acesse a matéria aqui.

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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Leite de Vaca é para terneiro

O que sempre se ouviu na minha casa foi que 'leite de vaca era para terneiro', ainda assim, na casa de parentes era comum consumir pela ideia de que era necessário para crescer forte. Depois quando precisei fazer tratamento para a bronquite e nada resolveu, fui levada a um homeopata que além dos remédios mudou toda a minha dieta, retirando carne, açúcar, cafeína e, adivinhem... leite de vaca. Em 2 meses o tratamento terminou, nunca mais tive nada, enquanto meus pais mantiveram esta dieta, 5 anos de duração. Assim que estes itens voltaram ao cardápio tive uma gripe e fiquei apavorada, pois não me lembrava o que era ficar doente. Anos depois avaliando estas informações resolvi mudar minha dieta novamente e, hoje, sou vegana e estes itens com certeza não fazem mais parte do meu cardápio, então, acredito sim que leite de vaca seja para terneiro.


"O que acontece ao seu corpo quando 'larga' os laticínios

Uns defendem que os produtos lácteos são essenciais, outros ripostam que são prejudiciais para a saúde e que não é ‘natural’ ingeri-los.

Com o vegetarianismo a ser mais uma vez a forte tendência de ano novo, o mais provável é que nas suas resoluções tenha incluído algo como ‘comer menos carne’ ou ‘beber menos leite’ – ou porque quer ser mais saudável ou mais amigo dos animais.

Seja como for, resta a questão: Afinal, o que é que acontece ao corpo quando ‘larga’ o hábito de uma vida a consumir lacticínios? O Metro britânico foi descobrir e aponta as cinco coisas que poderão acontecer:
1. A sua digestão poderá melhorar. Cerca de 65% da população mundial tem dificuldade em digerir o leite, de acordo com a Biblioteca Nacional de Medicina dos EUA. Poderá sentir ainda que a barriga fica menos inchada, menos flatulência ou dores de estâomago.
2. Menos acne. Estudos sugerem que o leite de vaca é um estimulante para a acne, uma vez que contém esteroides anabólicos, bem como hormonas de crescimento.
3. Menor risco de cancro. As mulheres que ‘cortem’ ou reduzam o seu consumo de leite poderão ter menos risco de desenvolver cancro nos ovários. Isto porque um estudo sugere que as mulheres que bebem três ou mais copos de leite por semana têm um risco moderadamente aumentado de desenvolver este tipo de cancro. Um estudo de Harvard sugere ainda uma relação entre o consumo de laticínios e cálcio e o cancro da próstata.
4. Menor risco de diabetes. Estudos sugerem uma ligação entre os laticínios e a diabetes. Um dos estudos sugeriu uma forte ligação entre o consumo de iogurte e o aumento do risco de desenvolver diabetes tipo 2, por exemplo.
5. Não ficará com os ossos mais fracos. Pode contrariar tudo o que já lhe disseram mas, afinal, o leite pode não ajudar a prevenir os ossos fracos e quebradiços na vida adulta como se pensava. É a conclusão de um estudo de Harvard que contou com cerca de 78 mil mulheres, que não encontrou qualquer evidência de que o leite e o cálcio ajuda a prevenir fraturas."
Acesse esta matéria aqui.
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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Komborgânica

A preocupação com o meio ambiente vem aumentando, as pessoas estão cada vez mais alertas para o consumo consciente e sustentável. O consumo de alimentos saudáveis e com menos agrotóxicos e aditivos também é uma preocupação na cabeça das pessoas, afinal, somos o que comemos. Pensando em facilitar o acesso aos alimentos orgânicos surgiu em São Paulo a Komborgânica, veja matéria abaixo:  



“Empreendam em algo que acreditem. Trabalhar com o que se ama e se entende é transformador e surpreendente.” É isso que Joana Ricci, 32, diria a quem quer empreender. Ela e seu companheiro Thiago Avelaneda, e mais o casal de amigos Paula Zucareli Ribeiro e Mario Junior, criaram a Komborgânica que é uma espécie de feira móvel que comercializa alimentos orgânicos em diferentes regiões da capital paulista. Os dois casais de amigos uniram-se para empreender. Todos são paulistas, menos o Junior que é mineiro. Joana é jornalista e Thiago trabalha com cinema e publicidade, mas sempre teve vontade de empreender. A formação de Junior é em Agroindústria e ele já tem uma ligação com a terra e a alimentação. Já a Paula é economista e é a responsável pelo no planejamento estratégico e as finanças da Komborgânica. Paula e Thiago são amigos há mais de 15 anos. Joana e Junior entraram na história logo depois. E assim, em meio a um laço de amizades, de conversa e reflexões nasceu a Komborgânica. A vontade de Thiago de empreender somou-se aos questionamentos de Joana, que já consumia comida orgânica, mas passou a pensar mais sobre isso a partir da preocupação com a alimentação da filha. Também pesou o fato de Joana estar buscando um ramo alternativo de trabalho depois da maternidade. A Komborgânica foi pensada, planejada e colocada em operação bem rápido. Tudo aconteceu ao longo do ano passado. Uma das ideias iniciais era a de um foodtrucks, mas logo a abandonaram porque o mercado já está saturado em São Paulo. Eles teriam de achar outra forma de empreender. Thiago e Joana já conversavam, cotidianamente, sobre os preços e a dificuldade de acessos aos produtos orgânicos. Com o negócio ainda embrionário, eles queriam provar que era possível ter variedade de produtos a um preço acessível, já que essa é uma das maiores queixas das pessoas que não comem orgânicos (dificuldade em encontrar os alimentos e preços caros). Aí veio a ideia da Kombi. 
Para montar o negócio, os sócios investiram 40 mil reais (de suas próprias economias). Os trabalhos começaram no final de outubro de 2015 e, desde então, eles dizem, a aceitação do público tem sido surpreendente. Eles sabiam que a área estava em expansão. Mas se surpreenderam ao perceber como as pessoas estão de fato mudando seus hábitos de consumo. “É muito bom poder fazer parte desta mudança, desse movimento, desse estilo de vida”, diz Joana. Ela conta que nunca quis abrir um negócio convencional e que a proposta era fazer algo que tivesse um impacto positivo, como ela conta: “Queríamos fazer algo que de fato impactasse positivamente a sociedade. A Kombi não é um negócio social, na teoria, mas no jeito que fazemos ele se aproxima. Porque queremos fortalecer também as pessoas que trabalham com a gente: os pequenos produtores, os nossos parceiros e contribuir para a vida dos nossos clientes”. DESAFIOS DE LOGÍSTICA E GESTÃO O trabalho com a Komborgânica, como em qualquer negócio, requer esforço e dedicação. E, neste caso específico, envolve desafios de logística próprios do ramo escolhido. Dos casais, Joana e Mario estão dedicados 100% ao negócio, ou seja, deixaram seus empregos para trabalhar na Komborgânica. Já Paula e Thiago continuam com os seus trabalhos em paralelo, mas acompanham Joana e Junior em todos os processos. Para encontrar os fornecedores dos alimentos orgânicos, eles fazem um mapeamento dos produtos de orgânicos certificados em São Paulo e arredores. Depois , conversam e buscam conhecer pessoalmente o trabalho de cada um deles. Assim, dizem, conseguem mais variedade e criam uma rede de produtores. Atualmente a Komborgância trabalha com dez fornecedores diferentes. A rotina de Joana e Junior começa bem cedo, com o recebimento dos produtos. Alguns fornecedores trazem seus produtos até eles, outros os encontram “no meio do caminho” e, quando necessário, eles também podem ir buscar a entrega. Uma vez carregados, eles estacionam a Kombi no ponto já pré-determinado daquele dia. O cronograma é divulgado nas redes sociais da empresa e os locais são sempre aqueles com os quais os sócios já conversaram e firmaram parceria (geralmente lojas com conceito alternativo ou academias de ginástica). Estacionados, as caixas vão para fora, o toldo se estende e eles atendem os clientes até o final da tarde. Dentre os produtos comercializados estão as frutas e verduras da época, mas também granolas, bolos, geleias, molhose  temperos. Terminado o expediente de venda, eles voltam para casa e é hora de preparar o trabalho do dia seguinte: fazer contatos, responder e-mails etc. 
A Komborgânica também tem atendido encomendas (delivery) e isso requer uma logística ainda maior, que requereu a contratação de uma nova pessoa na equipe, apenas para fazer essas entregas. Os sócios não abriram os números de faturamento, mas afirmam que os pedidos de parceria só vêm aumentando. Diariamente, recebem convites de pessoas querendo levar a Komborgânica para seus bairros, estabelecimentos, condomínios e empresas. Além do calendário fixo e do delivery, a Kombi também pode ser chamada para eventos. Até o momento, eles têm concentrado a atuação principalmente nas zonas sul e oeste da cidade. Com a grande procura, os sócios pensam até em abrir novas unidades com modelos de franquia. No momento, estão estudando esta possibilidade, mas ainda é uma perspectiva distante, pois “a Kombi é uma só”, diz Joana. Para expandir, eles teriam de adquirir e customizar outro veículo, além de ampliar a demanda de logística de pedidos, entregas, contabilidade etc. É DIFÍCIL, MAS INSPIRADOR Os negócios vão bem, os quatro sócios não esperavam a repercussão tão positiva do público já desde o princípio. Achavam que ia demorar mais para emplacar e comemoram. Mas o caminho é repleto de obstáculos. Entre as principais dificuldades do negócio, Joana menciona duas questões ligadas aos produtos: uma é encontrar fornecedores certificados (muitos fornecedores procuram a Kombi, mas não têm o selo de certificação, e não são aceitos); e outra é a disponibilidade dos produtos, pois como os orgânicos são sempre sazonais, nem sempre tem tudo e os consumidores menos acostumados a isso reclamam. As dificuldades (já são mais que duas, rs) se acumulam. Por serem perecíveis um desafio permanente da Kombi é acertar a acertar a quantidade de alimentos a cada pedido. Se sobra, estraga e vira prejuízo. Se falta, não vende e o dinheiro não entra. “Temos um trabalho constante para acertar as quantidades. Nosso objetivo é trabalhar com desperdício zero. Temos conseguido acertar na compra e levar para a banca algo bem próximo do que será vendido. Mas acontece de sobrar alguma coisa, aí ou dividimos entre nós, ou doamos para pessoas e instituições próximas para não perder nada”, diz Joana. Ela comenta que o quanto isso é, também um aprendizado e uma inspiração: “Trabalhando com agricultores nós aprendemos a ter respeito com a terra e com o tempo das coisas, a conseguir fazer muito com pouco, a saber enxergar a abundância onde parece que há pouca coisa” Ela gosta de se inspirar nesse modo de “vida orgânico mesmo, de se desconectar do consumo exacerbado, de comprar o que você precisa para aquele momento que é o que a terra tem para te oferecer, sem forçar os processos”. A jornalista, mãe e agora empreendedora que vende orgânicos numa Kombi conta que uma das suas alegrias é ver o número de pessoas que os acompanham nos pontos aumentando e os clientes fiéis que sempre voltam para buscar seus orgânicos com eles. “Esse reconhecimento é uma energia extra para dar ainda mais ânimo de seguir”, diz. Entre os planos para este ano está o de ampliar o negócio. Eles querem estar presentes em mais lugares, aumentar a operação, melhorar a logística. Ainda não sabem exatamente como, mas acreditam já ter acumulado uma boa experiência em perceberam o que funciona e o que precisa de ajuste. Estão plantando para colher, a seu tempo, mais prosperidade."
Leia a matéria aqui.


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Leite de Banana

Já existem várias alternativas ao leite, pois afinal, é grande o número de veganos e intolerantes à lactose. Você deve estar acostumado ao de soja, de amêndoas, de aveia, de coco ou de arroz. Estes são fáceis de fazer quando você tem algum tempo para se planejar ou é possível comprá-los nos supermercados, se você estiver disposto a gastar (o de aveia estava R$29,90 semana passada no mercado). Ainda assim, sabemos que estes produtos prontos vêm com conservantes e outros químicos embutidos. Uma alternativa fácil e barata é o Leite de Banana! Isso mesmo! Só é necessário congelar a banana e depois colocá-la no liquidificador com água e está pronto! Veja matéria abaixo:

Banana Milk: The Newest Alternative to Milk

"No longer do vegans or the dairy intolerant have to suffer! Alternative milks are becoming ever more popular. Sure, you’ve got your classic soy that exists ubiquitously in every cafe in the world, but now many establishments are also serving (sometimes homemade) varieties of almond, hemp, cashew, oat, rice and coconut milks.
But, are you still unsatisfied with these options? Perhaps you’re allergic to nuts, you avoid soy or simply are bored or the same old alternative milks. Well, did you know there is an incredibly cheap and easy-to-make vegan milk alternative that you can concoct with the ingredients in your kitchen? Meet banana milk.
High in potassium, vitamin B6 and pectin, banana milk is nutritious and full of filling fiber. It has a light, sweet flavor and costs pennies to make. If one banana costs $0.25, then your glass of banana milk shouldn’t cost much more than a quarter.
They are an energizing fruit that is especially great as a pre or post-workout snack. They can reduce muscle fatigue and fight off cramps and are very gentle on an unsettled stomach, which means they may be great for those who have trouble consuming a traditional breakfast.
Recently picking up in popularity, banana milk may be the cheap, accessible and nutritious milk you’ve been searching for. While making homemade milk substitutes is relatively simpler, cheaper and tastier than buying in the store, alternative milks are by no means cheap. A carton of organic almond milk costs $1.99 at Whole Foods, but has a lot of extraneous additives.
Homemade from organic almonds at Whole Foods, one site estimated that making an equivalent amount of organic almond milk at home would cost around $1.75, but takes at least one day of advanced planning. To make your own nut milks, the nuts must be soaked overnight, whereas you can just pop a few frozen bananas into your blender and have banana milk within 2 minutes. Intriguingly, banana milk is the only fruit-based milk, meaning some people might find it more easily digestible than nut or grain milks.
Gluten-free, raw, vegan and paleo, try making banana milk at home tomorrow morning!
Banana Milk (serves 1)
1 frozen banana
1 cup water
1/4 tsp. cinnamon
pinch sea salt
Combine all ingredients in blender. Blend until smooth. Pour into a glass and enjoy.
You can also add a spoonful of unsweetened cocoa powder and a dash of vanilla extract for delicious chocolate banana milk or soak some oats and add them to the blender and strain for homemade banana-oat milk. It’s like banana bread in a mug."
Acesse a matéria aqui.
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Em Havana, animais abandonados recebem identificação, comida e acompanhamento veterinário

O abandono de animais é um problema crônico no Brasil hoje. Nós acompanhamos pedidos de adoção, de ajuda com despesas para resgate ou com despesas médicas dos protetores diariamente e sabemos o aperto no coração que dá ver um animalzinho precisando de ajuda, de amor, de um lar e poder fazer muito pouco para ajudar. Há muito me questiono que se este problema do abandono existe e a penalização (ou criminalização, já que o abandono é crime) não está prevenindo ou remediando, então, temos de achar uma outra forma de resolver. E parece que em Havana achou-se um modo de lidar com a situação. Olhe a matéria abaixo:

"Segundo pesquisa recente, hoje no Brasil existem, aproximadamente, 30 milhões de animais abandonados nas ruas. Deste total, 10 milhões são gatos e 20 milhões cães.
Ainda de acordo com o estudo, em cidades grandes, a proporção é que para cada cinco habitantes há um cachorro. Em cidades menores, o cenário é semelhante e pode chegar a ¼ da população local.
Apesar de ser um problema vivido em diversas regiões do mundo, em Havana, os animais que "teoricamente" vivem recebem um tipo de acompanhamento veterinário.
Nas ruas, os animais são castrados e ganham um crachá de identificação com nome, foto e telefone do local onde costumam ficar mais tempo. Além disso, também são alimentados, bebem água limpa e recebem carinho da população local."
Leia a matéria original aqui.
  

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

O Carnaval e o Uso de Penas e Plumas de Animais

Recentemente aconteceu o Carnaval, uma festa importante para muitos no país, que movimenta o comércio e a economia nacional por conta do turismo intenso da época e que a festa atrai. Acontece que ainda nos dias de hoje se usam plumas e penas naturais, retiradas de animais que sofrem para que tenhamos um carnaval bonito. E sofrem sem necessidade, pois fazer plumas e penas sintéticas não é difícil, ainda mais se considerarmos a quantidade de dinheiro que é direcionado para que as escolas de samba preparem o carnaval. Pensando nisso, há uma carta na Chance.org peticionando ao presidente da Liga das Escolas de Samba que faça a troca de penas naturais para artificiais, na esperança de tornar o carnaval mais ético e sem especismo. A matéria de Laís Cristina Carvalho Villaça segue abaixo e o link para acessar a petição encontra-se ao final da página.



"Nós, que amamos a natureza e que temos respeito por todas as formas de vida e entendemos que um ser vivo não existe para dispormos dele como bem quisermos, como, por exemplo, arrancando suas penas e plumas para uso de adorno nas fantasias e alegorias de carnaval, pedimos que os senhores dirigentes das escolas de samba, assim como os carnavalescos, figurinistas e patrocinadores sensibilizem-se para esta causa.
Os animais sofrem, são explorados para algo que entendemos ser desnecessário, porque assim como nós, humanos, necessitamos e preservamos nosso corpo físico, nossa pele, eles, os animais não humanos, possuem seu pelo, seu couro ou penas e plumas para também fazerem parte de sua natureza de seu corpo. Se nós, humanos, desejamos ser respeitados, comecemos então, por favor, a ter mais respeito pelos animais não humanos que não tem como se defender da maldade humana. Somos defensores dos direitos dos animais e por isso mesmo nos sensibilizamos com o sofrimento deles.
Compreendemos que para muitas pessoas não há nada de errado, mas há sim, porque onde há dor, sofrimento e exploração, há a falta de consciência de humanos. Já é tempo de pararmos de usar e abusar dos animais de deixa-los seguir seu curso natural de vida. Se queremos a paz , devemos semear a paz, a partir do respeito a tudo e a todos.
Por favor, substituam as penas naturais pelas penas sintéticas, sem dor, sem exploração para um carnaval mais ético, mais justo e mais alegre. As agremiações  só tem a ganhar, pois hoje em dia nunca se falou tanto em ecologia, meio ambiente, reciclagem e temas afins. Portanto, a substituição desses materiais de origem animal, seria um passo gigantesco para um espetáculo que o mundo inteiro assiste.
Vamos ser mais conscientes e respeitar mais os animais. A paz, o amor e o respeito, começam a partir de nós!"

Assine a Petição aqui

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